O volume de embalagens plásticas flexíveis produzido no ano passado foi de 2.167 mil toneladas frente às 2.139 mil toneladas fabricadas em 2021, um aumento de 1,3%, dado este que foi obtido a partir de um estudo encomendado pela Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis (ABIEF) à Maxiquim.

A pesquisa mostrou que o polietileno de baixa densidade (PEBD) e o polietileno linear de baixa densidade (PELBD) foram os mais consumidos pelo setor de embalagens flexíveis em 2022, representando, juntos, 74% do total de resinas destinadas para esta indústria. Já o polipropileno (PP) e o polietileno de alta densidade (PEAD) representam 16% e 10% do montante, respectivamente. Além disso, foi apontado um aumento de 9% do consumo de resinas recicladas no ramo de embalagens flexíveis entre 2022 e 2021, em que foram consumidas 114 mil toneladas.
Também foi indicado que no ano passado houve aumento do consumo de embalagens flexíveis no ramo de bebidas (9%), na agropecuária (7%) e no setor de sacos e sacolas (2%), no Brasil. No que diz respeito às exportações, de acordo com o levantamento, foi percebido um aumento de 4,9%, cujo faturamento teve alta de 11,2%, chegando a US$ 369 milhões. Atualmente, o segmento de embalagens flexíveis representa 30% da produção da indústria de transformação de plásticos, ao passo que sua participação nas importações é de 12%.
Rogério Mani, presidente da ABIEF, comentou sobre algumas das projeções para o setor para este ano: “a expectativa para 2023 é de que a demanda brasileira por embalagens plásticas flexíveis siga a trajetória de crescimento apresentada nos últimos anos, impulsionada pela perspectiva de redução da inflação e de juros ao longo do ano”.
Mais informações podem ser obtidas pelo site da ABIEF.
Imagem: Pixabay
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