A fabricante de sacolas e sacos plásticos Extrusa Pack anunciou que está se preparando para uma possível nova seca na cidade amazonense de Manaus. O município, em 2023, enfrentou um período de estiagem que prejudicou a navegação no rio Amazonas, o que contribuiu para o desabastecimento de diferentes tipos de produtos plásticos na região.
No que se refere aos preparativos, a companhia vai estocar matéria-prima usada para a fabricação de produtos plásticos em suas unidades situadas nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro. De acordo com a empresa, o volume de material estocado é equivalente a quatro meses de produção.
Gisele Barbin, gerente comercial da Extrusa Pack, comentou: “Estamos fazendo todo o possível na região para que a matéria-prima chegue às nossas plantas e não faltem produtos para os nossos clientes”.
Gisele Barbin da Extrusa Pack. Imagem: Divulgação
As estratégias da empresa incluem a formação de parceria para a implantação de um posto de distribuição no Amazonas. Alexandre Tatemoto, gerente da planta de Manaus, explicou sobre este desafio: “A parte mais crítica é marcada por um banco de areia na região de Tabatinga. Será montado um mini posto na região. Os produtos serão levados de balsa até lá, para que facilite o escoamento da produção. A Extrusa Pack promove ações juntamente com os armadores marítimos que atuam na região”.
__________________________________________________________________________________
Assine a PI News, a newsletter semanal da Plástico Industrial, e receba informações sobre mercado e tecnologia para a indústria de plásticos. Inscreva-se aqui.
__________________________________________________________________________________
O setor de plásticos coopera de várias maneiras:
Cooperação em cena na Interplast
Associados da Adirplast ajudam o RS
#ExtrusaPack #PlásticoIndustrial #SecaManaus
Mais Notícias PI
Boeing e Syensqo renovam acordo para fornecimento de compósitos em apoio a programas comerciais e de defesa.
16/03/2026
Parceria da Clariant com a Borealis e o instituto SINTEF resultou na remoção de contaminantes de óleo de pirólise, convertendo quimicamente resíduos de difícil reciclagem em materiais de alta pureza com propriedades equivalentes às de poliolefinas virgens.
16/03/2026
Com aporte de 111 milhões de euros, a nova unidade da empresa finlandesa vai ter capacidade de 150 mil toneladas anuais. A companhia defende a revisão das regras da União Europeia para garantir que o refino químico seja contabilizado nas metas globais de conteúdo reciclado.
16/03/2026