A Lanxess (Alemanha) e o grupo de energia francês TotalEnergies anunciaram estar trabalhando de forma
conjunta no desenvolvimento do monômero estireno obtido de fonte renovável, baseado no tall oil, um subproduto da produção de celulose derivado de uma resina de árvore.
A origem sustentável do estireno, do qual é obtido o termoplástico poliestireno (PS), é certificada de acordo com a abordagem de balanço de massa do padrão vigente na Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono (ISCC PLUS, International Sustainability and Carbon Certification). Sob essa abordagem do balanço de massa, materiais certificados e não certificados são misturados fisicamente, mas mantidos separadamente em uma base contábil, permitindo que as empresas documentem e rastreiem os materiais sustentáveis através de complexos processos de produção.
A certificação ISCC PLUS para o estireno é um requisito importante, pois a Lanxess também oferece seus produtos de acordo com esse padrão de certificação e, portanto, conta com a mesma transparência para suas matérias-primas. "Nossos clientes estão cada vez mais pedindo por soluções sustentáveis, e matérias-primas com baixa pegada de carbono são uma alavanca fundamental", afirmou Marcel Beermann, chefe de aquisição global e de logística na Lanxess.
Além do estireno, a empresa de especialidades químicas já fornece outros produtos sustentáveis do ponto de vista do balanço de massa, a exemplo de acrilonitrila e pré-polímeros sob a marca Adiprene Green, os quais contêm polióis de poliéter à base de amido. Já o composto Tepex Scopeblue é baseado em linho e ácido poliláctico.
Imagem: Lanxess
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