A Confederação Nacional da Indústria (CNI) lançou o “Mapa Estratégico da Indústria 2023-2032”, a quarta edição do documento que trata de diretrizes para a indústria no que diz respeito ao alinhamento de operações realizadas em parques fabris com os conceitos de sustentabilidade, além de outros tópicos.

No documento são abordados fatores relacionados ao ambiente econômico e ao ambiente de negócios como fatores-chave para a competitividade, tendo também a educação, o desenvolvimento humano, inclusão, a capacitação profissional, a equidade de gênero nas empresas, o que abrange a intensificação de lideranças femininas, e a preservação de recursos naturais como temas.
Também no que tange à competitividade, o guia abrange diretrizes para a eficiência energética em plantas fabris, o desenvolvimento produtivo, o estabelecimento de infraestrutura, governança corporativa e pública, segurança jurídica e integração de departamentos e setores, o que inclui a formação de parcerias em âmbito global.
A respeito dos temas abordados na nova edição do documento, Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, comentou: “Temos importantes desafios para os próximos anos que incluem o que podemos fazer dentro das empresas para o aumento da produtividade e da inovação, além da agenda de Estado, como a reforma tributária e o imperativo da descarbonização, que impulsiona a corrida pelo domínio das rotas tecnológicas verdes. Somado a isso, há o cenário externo, com o acirramento de conflitos geopolíticos, que acelera movimentos de reorganização de cadeias globais de valor. Temos muito trabalho pela frente”.
Além disso, as diversas metas registradas no documento estão ligadas à economia circular, sustentabilidade, relações no trabalho, saúde e segurança, acesso à cultura, desenvolvimento de tecnologias, inovação, Indústria 4.0, valor agregado, uso de energia proveniente de fontes renováveis e redução da pegada de carbono, entre outros.
Nesta página podem ser obtidas mais informações.
Imagem: captura de tela do site da CNI.
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