A desenvolvedora de compostos Karina, com sede em Guarulhos (SP), lançou na feira Plástico Brasil a sua linha de biopolímeros compostáveis. Denominada Karinbio, ela se baseia em um desenvolvimento 100% nacional, utilizando poli(ácido láctico) (PLA) e outros biopolímeros, e foi exposta durante o evento na forma de filmes produzidos pela Plasdil (Divinópolis, MG). O material, no entanto, pode ser também injetado e processado por extrusão e termoformagem.

 

Pedaços do filme foram dispostos em terrários de vidro para demonstrar a degradação do material, que ocorre em 180 dias em ambientes anaeróbicos naturais. Técnicos presentes no estande explicaram que as sacolas produzidas com o material, quando dispostas no meio ambiente, sofrem a ação de microorganismos que metabolizam sua estrutura molecular, tendo como resultado do processo apenas água, dióxido de carbono e biomassa.

 

O período de decomposição pode variar conforme a espessura dos filmes e as características do ambiente em que eles são descartados. Mais informações podem ser obtidas com a equipe comercial e técnica da Karina.

 

 

Imagem: Karina

 

 

 

Leia também:

 

Inscrições abertas para encontro sobre bioplásticos

 

Bioplásticos em embalagens de refrigerantes



Mais Notícias MM



Parceria europeia na distribuição de polímeros naturais

Acordo promove o uso de materiais plásticos desenvolvidos a partir de resíduos agrícolas em aplicações de moldagem por injeção na Europa.

12/05/2026


RadiciGroup e Domo concluem integração global

Operação unifica negócios de polímeros de alto desempenho, garante a continuidade da marca Technyl e amplia a escala na formulação de compostos para atender setores como o automotivo e eletroeletrônico.

12/05/2026


Transformadores brasileiros expõem embalagens técnicas na Interpack

Destaques brasileiros na principal feira mundial do setor incluem monomateriais de alta barreira, embalagens de base renovável e tecnologias voltadas à redução da pegada de carbono.

05/05/2026