Hypertherm Associates, com matriz nos Estados Unidos e escritório situado em São Paulo (SP), e a Engeman, com unidades operando em diferentes estados brasileiros, firmaram um acordo de cooperação técnica para aumentar o uso de tecnologias de corte a plasma em operações de manutenção.

 

As empresas também têm por objetivo reduzir custos de processos realizados em campo e diminuir em até 50% o tempo de operações de corte de aço-carbono e de diferentes metais, entre outras frentes de trabalho como, por exemplo, aumento do conhecimento técnico sobre a utilização de máquinas de corte a plasma.

 A parceria vai abranger a capacitação de equipes da Engeman para a utilização de equipamentos desse tipo em diversas aplicações, principalmente, de acordo com um comunicado à imprensa, na manutenção de plataformas de exploração e produção de petróleo, plantas fabris dedicadas à fabricação de fertilizantes e refinarias.

 

“Quando começamos a olhar mais de perto para o mercado de manutenção, percebemos que havia uma oportunidade significativa para a tecnologia de corte a plasma. Em muitas operações ainda se utiliza uma tecnologia mais antiga, mesmo existindo uma alternativa capaz de executar o trabalho em menos tempo e com menor custo. A tecnologia precisa estar acompanhada de conhecimento. Quando o operador entende como utilizar o equipamento e percebe, na prática, que consegue realizar o mesmo trabalho em menos tempo e com mais segurança, a mudança deixa de ser apenas uma substituição de ferramenta e passa a representar uma evolução do processo”, comentou Gerson Rodrigues Santos, gerente de desenvolvimento de negócios da Hypertherm Associates.

“Em uma parada de manutenção, o que importa para a empresa é conseguir executar o trabalho com eficiência. Se ela reduz o homem-hora e consegue realizar uma atividade mais rapidamente, mantém a produtividade e pode melhorar a rentabilidade do contrato. Além do impacto nos custos, a redução do tempo de execução também pode contribuir para a segurança das operações, ao diminuir o período de exposição das equipes envolvidas na atividade de corte. É uma mudança que beneficia tanto a empresa de manutenção quanto o cliente final”, destacou Gustavo Peixoto, superintendente de operações da Engeman.
  

 

Imagens: Divulgação.

 

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