Em nota recente, a Associação Europeia de Fundição (CAEF) mostrou preocupação com continuidade das empresas do segmento, devido ao alto custo das matérias-primas e da energia na região. As fundições representam um importante elo da cadeia de valor europeia e abrigam muitos trabalhadores qualificados nas áreas rurais. Além disso, 70% das 4.700 fundições são consideradas pequenas e médias empresas.

Segundo o texto, os principais pontos críticos estariam na escassez e no alto preço de matérias-primas e insumos como:

A entidade alerta especialmente para problemas devido à dependência do magnésio vindo da China, cuja importação está contida. Também é apontado um risco para o gás importado da Rússia. Todos esses aspectos trazem prejuízo também ao processo de transição para uma energia mais limpa, que seria postergado. 

Apesar de as fundições geralmente operarem com 80 a 90% de sucata de metal e, muita energia é consumida pelos fornos e tratamentos térmicos para produzir componentes como dispositivos médicos, tubos, bombas ou turbinas eólicas. 

 

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