O Instituto Socioambiental dos Plásticos (Plastivida) se pronunciou em relação à sanção da lei municipal que proíbe o uso de produtos plásticos descartáveis em estabelecimentos comerciais na cidade de São Paulo, ocorrida no início deste mês.


Miguel Baiense, presidente do instituto, considerou que o banimento não educa a sociedade a consumir conscientemente, sem desperdício; não sensibiliza as pessoas nem os estabelecimentos comerciais a separarem e destinarem seus resíduos para a reciclagem; não incentiva o poder público a ampliar a capilaridade dos serviços de coleta seletiva para que os recicláveis cheguem às empresas de reciclagem, fomentando este setor que gera empregos, renda e tributos. E ainda faz com que o mercado coloque no lugar dos plásticos opções mais danosas ao meio ambiente, nem sempre recicláveis e que, sem o fomento à reciclagem, irão parar nos esgotos, rios, mares e ruas da mesma forma. “Este é o verdadeiro problema. O plástico não é o vilão. Substituí-lo por outras matérias-primas e produtos não permitirá o entendimento do papel dos diversos atores da sociedade na preservação do meio ambiente. A cidade perde uma grande oportunidade de propor, por meio de lei, um amplo debate que contribua definitivamente com a educação ambiental desses atores e promova a reciclagem, inserindo a cidade definitivamente nos conceitos de economia circular. Todos perdem”, concluiu.

 

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