A Schulz (São Paulo, SP) tem investido no desenvolvimento de produtos com recursos de conectividade para as companhias que precisam se enquadrar no contexto da indústria 4.0.

 

A empresa pretende levar à Feimec, que acontece em São Paulo entre os dias 7 e 11 de maio, lançamentos voltados para a redução de custos e insumos, aumento de produtividade e serviços digitais para monitoramento remoto de compressores, além do serviço de locação desses equipamentos.

 

O principal destaque da feira será a nova linha de compressores de parafuso para alta pressão, projetados para aplicações de corte a laser de fibra e que atendem desde a indústria metalúrgica, até automotiva, eletrônica, de máquinas e equipamentos e óleo e gás.

A linha de compressores de parafuso SRP 4000 Flex (foto), de alta pressão, está disponível com potências de 15 a 60 hp e com opções de ar direto (AD) e ar direto com secador integrado (ADS), possibilitando até 70% de economia nos custos operacionais, de acordo com informações da Schulz.

 

Já a linha SRP 5000 Flex, com motor de ímã permanente, apresenta potencial redução de consumo energético de até 50% e está disponível com potências de 10 a 150 hp, possuindo motor de ímã permanente com eficiência IE4, que dispensa manutenção preventiva. Equipados com inversor de frequência, os modelos permitem que a produção de ar se ajuste conforme a demanda da fábrica, reduzindo oscilações de pressão na rede.

 

IoT e locação

 

Modelos isentos de óleo também serão divulgados, assim como o sistema de Internet das Coisas (IoT) Schulz Link, que permite a conexão remota dos compressores de parafuso a uma plataforma em nuvem, para fins de monitoramento. Por meio do sistema podem ser gerados relatórios e alertas de parada não programada, assim como a otimização da rotina de fábrica e a organização de cum calendário de manutenção preventiva.

 

Já o serviço de locação dos compressores, o Schulz Rental, é uma nova modalidade de negócio que a fabricante passa a oferecer aos seus clientes, com planos de de 24, 36, 48 e 60 meses. A opção evita o investimento permanente em ativos de produção, trazendo flexibilidade principalmente para empresas que enfrentam demandas sazonais.

 

 

Imagem: Schulz

 

 

 

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