O governo federal anunciou a criação de um plano de investimentos em infraestrutura que vai contemplar, entre seis eixos principais do programa, um específico para a transição energética, com planejamento e aportes que devem envolver iniciativas para a expansão das fontes renováveis no País, entre outros pontos.
O plano tem a promessa de ser uma espécie de novo PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento criado em 2007 no segundo mandato do presidente Lula. Além da transição energética, terá ainda como eixos de promoção de investimentos o setor de transportes, infraestrutura social, inclusão digital e conectividade, infraestrutura urbana e água.
Embora ainda não tenham sido divulgadas as ações do novo plano, durante seu lançamento oficial, no dia 10 de abril, em reunião ministerial para marcar os 100 primeiros dias do novo governo, o presidente Lula fez sinalizações animadoras para o setor de renováveis. “A transição energética será acelerada. Vamos lançar editais para contratação de energia solar e eólica que, somados, representarão capacidade de geração equivalente à de nossas maiores usinas hidrelétricas. E os leilões para novas linhas de transmissão irão tornar ainda mais rápida e atrativa a implantação desses parques de energia limpa”, disse em discurso. “E não perderemos a oportunidade de nos tornarmos uma potência global do hidrogênio verde.”
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