Um projeto das universidades espanholas de Córdoba e de Alcalá de Henares, batizado de Hamlet e que visa desenvolver algoritmos preditivos para enfrentar problemas de saúde e meio ambiente, gerou um modelo matemático que permite prever a radiação solar, cujos resultados podem ser úteis para a tomada de decisão em plantas fotovoltaicas.

Baseada em três tipos de redes neurais evolutivas, a tecnologia de algoritmo desenvolvida pelo grupo de pesquisa Arena, da Universidade de Córdoba, permite fazer estimativas de radiação recebida em planos inclinados, e não apenas horizontalmente, como era feito até então. Isso torna possível trabalhar com a inclinação dos painéis solares para que, dependendo da previsão, eles possam se orientar em um determinado ângulo e aproveitar a energia de forma mais eficiente.

Especificamente, segundo os pesquisadores, o sistema permite que a estimativa seja feita com uma hora de antecedência, um intervalo de tempo suficiente para facilitar a gestão na indústria fotovoltaica e saber exatamente quanta energia será fornecida à rede. Além disso, como indicaram os resultados do trabalho, a margem de erro da previsão é, na maioria dos casos, menor do que a alcançada por outros estudos semelhantes, segundo divulgado pelos pesquisadores.

Mais informações sobre o estudo estão no link:

https://doi.org/10.1016/j.jclepro.2020.125577



Mais Notícias FOTOVOLT



Brasil cai no ranking dos maiores mercados fotovoltaicos

Relatório da SolarPower Europe mostra que País adicionou 14,5 GWp em 2025, com queda de 23% ante o acréscimo do ano anterior

26/06/2026


211 projetos solares pedem rescisão do CUST e revogação de outorga

Solicitações de usinas FV somam 9,3 GW. Projetos eólicos (0,3 GW) e de geração térmica (1,9 GW) também pediram anistia

26/06/2026


EPE e ONS publicam requisitos para LRCAP Armazenamento

Publicação está relacionada à Portaria Normativa MME nº 136/2026, que estabeleceu as diretrizes dos leilões

26/06/2026