A SolaX Power anunciou a introdução no mercado brasileiro da “função de microrrede”, um sistema independente que pode operar desconectado da rede elétrica, com o uso da energia solar e baterias para alimentar a residência. Com essa função, o inversor híbrido e o inversor string trabalham juntos e, no caso de falta de energia da rede, o inversor híbrido cria uma microrrede, o que equivale a uma rede elétrica local, para alimentar os circuitos essenciais da residência. A tecnologia aumenta a eficiência do sistema híbrido, pois permite o uso de 100% da produção do painel solar mesmo na ausência da rede elétrica.
O inversor híbrido atua como o ‘‘cérebro” do sistema, ou seja, o responsável por controlar as baterias e parte da energia solar. No caso de falta de energia da rede, esse inversor cria então a microrrede. Já o inversor string seria o “ajudante”, que opera normalmente quando a rede está presente. Quando em operação como microrrede, o inversor híbrido gera tensão para o inversor string e este efetua a leitura como se a rede estivesse operando normalmente, injetando energia solar na microrrede e aumentando a capacidade do sistema. “[A tecnologia] ‘engana’ o inversor string fazendo com que o equipamento acredite que a rede voltou (com tensão e frequência controladas)”, explica o engenheiro Marcelo Niendicker, da SolaX Power. “Os dois equipamentos trabalham juntos, usando energia solar + bateria para alimentar a residência. É importante ressaltar que o inversor híbrido coordena tudo para evitar sobrecargas”, completa.
Ele ressalta ainda que, se a pessoa já possui um inversor string instalado, pode integrá-lo ao inversor híbrido sem substituí-lo. “Além disso, a microrrede elimina a necessidade de um gerador de emergência a diesel, que é caro, poluente e com elevado custo de operação”. A função também prioriza o que será alimentado com a energia local, como os circuitos de geladeira, iluminação, internet, portão eletrônico, segurança e outros.
Mais Notícias FOTOVOLT
Relatório da SolarPower Europe mostra que País adicionou 14,5 GWp em 2025, com queda de 23% ante o acréscimo do ano anterior
26/06/2026
Solicitações de usinas FV somam 9,3 GW. Projetos eólicos (0,3 GW) e de geração térmica (1,9 GW) também pediram anistia
26/06/2026
Publicação está relacionada à Portaria Normativa MME nº 136/2026, que estabeleceu as diretrizes dos leilões
26/06/2026