A energia solar fotovoltaica respondeu pela maior parte da entrada em operação de usinas centralizadas no País em janeiro, com 42% do total adicionado no mês. Isso significa 567,21 MW de 13 UFVs, de um total de 1.350,54 MW das 26 usinas que passaram a operar em janeiro, segundo dados da Aneel. Com a nova capacidade, o Brasil soma 209,7 GW de potência total fiscalizada.
Na sequência de importância, o destaque ficou por conta de duas novas usinas termoelétricas, com 459 MW no total, sendo a principal delas a UTE Central Geradora Suzano, em Mato Grosso do Sul, com 384 MW. Em terceiro lugar, figura a fonte eólica, com dez usinas novas e total de 315 MW. Por fim, uma pequena central hidrelétrica (PCH), de 9,33 MW, completa a lista de nova capacidade na matriz.
A agência tem expectativa de que 2025 se aproxime dos recordes de adição de capacidade registrados nos últimos dois anos, quando houve acréscimo de 10.792 MW em 2024 e de 10.316 MW em 2023. Para a Aneel, a previsão de expansão da oferta deve ser de 9.950 MW de potência instalada.
No primeiro mês do ano, houve usinas liberadas para operação comercial em sete estados, sendo os destaques o Mato Grosso do Sul (384,00 MW), com a usina termoelétrica, e Minas Gerais, com sete usinas e 336,83 MW instalados. Depois aparecem na lista o Rio Grande do Norte (283,48 MW), Bahia (211,50 MW), São Paulo (75 MW), Rio Grande do Sul (50,40 MW) e Paraná (9,33 MW).
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