A TelCables Brasil, subsidiária do grupo Angola Cables, e a Nexusguard, fornecedora de soluções de combate a ataques DDoS – Distributed Denial of Service, firmaram uma nova parceria cujo objetivo é complementar a oferta de conectividade de alta capacidade da companhia angolana com soluções avançadas de proteção cibernética.

A ideia é prevenir ataques DDoS contra provedores regionais, operadoras, instituições governamentais e empresas, combatendo diretamente a saturação de links e a necessidade de maior capacidade no setor. Ao resolver a falta de proteção integrada no backbone, a parceria garante a alta disponibilidade necessária para os serviços digitais e assegura que as redes estejam em conformidade com as atuais exigências regulatórias e de segurança do mercado.

“O setor de telecomunicações enfrenta um crescimento acelerado de ataques cibernéticos e, ao mesmo tempo, exige maior disponibilidade de rede. Por isso, a parceria com a Nexusguard é uma grande oportunidade de proporcionar conectividade internacional e trânsito IP integrada de forma nativa com camadas de proteção, evitando que os clientes precisem contratar segurança separadamente e reduzindo riscos operacionais”, afirma Rafael Lozano, CEO da TelCables no Brasil.

A partir dessa parceria, novas soluções tecnológicas passam a compor o portfólio da TelCables, com destaque para a mitigação de ataques DDoS voltada aos clientes do serviço de trânsito IP, no modelo clean pipe. Isso também inclui a defesa contra ameaças diretamente na nuvem de mitigação da operadora, além de um sistema de monitoramento inteligente de tráfego. Essas ferramentas garantem que o fluxo de dados seja filtrado e protegido de forma contínua, assegurando a integridade das operações digitais.

Os benefícios práticos para os usuários incluem a utilização de servidores de mitigação hospedados no Brasil e em outros cinco países, garantindo que a proteção ocorra diretamente próxima ao backbone. Essa infraestrutura global assegura maior conformidade com os requisitos de segurança e permite que as empresas operem com uma rede protegida de forma nativa em diversas regiões.



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