O Brasil já é o sexto colocado no ranking global de capacidade operacional solar, segundo apuração da Absolar - Associação Brasileira de Energia Solar, com base em dados da Agência Internacional de Energias Renováveis (Irena, na sigla em inglês). A classificação se baseia na potência instalada até o fim de 2023, quando o País registrou 37,4 GW entre usinas de geração distribuída e centralizada, o suficiente para subir duas posições no ranking.

Para a Irena, ao se analisar a potência adicionada apenas em 2023, o Brasil teve o quarto melhor desempenho do mundo, com 11,9 GW adicionados. De acordo com estimativa da Absolar, apenas no ano passado esses projetos representaram mais de R$ 59,6 bilhões de novos investimentos, um crescimento de 49% em relação aos investimentos acumulados até o final de 2022 no País.

Aliás, a tendência é a de que, pelo menos neste ano, ocorra manutenção do ritmo acelerado de crescimento. Segundo dados da Aneel consolidados até o dia 10 de abril, o setor já soma 41,3 GW de potência instalada, sendo 13 GW em usinas de grande porte centralizadas e 28,3 GW em sistemas de geração distribuída.

O ranking da Irena tem liderança absoluta da China, com 609,3 GW, seguida pelos Estados Unidos (137,7 GW), Japão (87,1GW), Alemanha (81,7 GW) e Índia (72,7 GW). O Brasil está na frente da Austrália (33,4 GW), Itália (29,8 GW), Espanha (28,7 GW) e Coréia (27 GW).



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