A Brasol, desenvolvedora, investidora e operadora de infraestrutura de transição energética no Brasil, e cujas acionistas são Siemens e BlackRock, anunciou esta semana a expansão para o setor varejista de sua solução de armazenamento de energia por baterias (BESS – Battery Energy Storage System) no modelo de leasing (“energy as a service”), sem necessidade de investimento pelo cliente. A ampliação tem o propósito de atender demandas críticas do segmento, como perdas por instabilidade da rede elétrica e o aumento constante dos custos de energia.
O modelo de negócio da Brasol permite que redes varejistas tenham acesso à infraestrutura de baterias com a Brasol permanecendo responsável por toda a operação e manutenção do sistema, incluindo monitoramento contínuo e suporte técnico. “A energia deixou de ser apenas um custo operacional para se tornar um pilar estratégico no varejo. Instabilidade na rede elétrica não significa apenas uma inconveniência, mas perdas reais de faturamento, de produtos e danos a equipamentos, especialmente para supermercados, farmácias e redes de fast food”, afirma em nota Diogo Zaverucha, diretor da Unidade de Negócios de Armazenamento de Energia da Brasol.
A oferta é especialmente relevante em um cenário de alta contínua das tarifas de energia, desafios na qualidade da rede de distribuição e crescente pressão por metas ESG por parte de investidores e consumidores. A tecnologia não só atua como backup em caso de falhas mas também melhora a qualidade da energia vinda da distribuidora, protegendo equipamentos sensíveis, diz o comunicado. “O varejista não investe [...] e não opera. Ele recebe energia de qualidade, proteção contra interrupções e, em muitos casos, redução na conta de luz, tudo em um único contrato de serviço”, reforça Zaverucha.
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