A Itaipu Binacional recebeu 15 propostas para financiamento de projetos no Paraná e no Mato Grosso do Sul, referentes ao seu Edital Energias Renováveis IPES/2025, cujo prazo encerrou-se em 31 de março. Juntas, as propostas somam aproximadamente R$ 97 milhões em investimentos, mas o valor final e a divulgação completa das entidades contempladas dependem de avaliação técnica que está em curso.

As propostas envolvem principalmente a implantação de sistemas de geração de energia solar fotovoltaica em campi universitários, além da execução de obras e serviços de infraestrutura elétrica e da aquisição de equipamentos voltados à pesquisa em energias renováveis. Após a formalização dos instrumentos necessários, a execução dos projetos está prevista para ocorrer em até dois anos.

Das 15 propostas protocoladas, 11 são de instituições do Paraná e quatro do Mato Grosso do Sul. O conjunto de proponentes contempla instituições das esferas federal, estadual e municipal, evidenciando a abrangência institucional e territorial do edital.

Os projetos apresentados têm potencial para beneficiar cerca de 230 mil pessoas, entre estudantes, professores, pesquisadores, técnicos e demais integrantes das comunidades acadêmicas das instituições participantes.

As propostas recebidas serão avaliadas ao longo deste mês por uma equipe multidisciplinar das áreas de Obras e de Energias Renováveis da Itaipu, conforme os critérios estabelecidos no edital. As iniciativas selecionadas serão formalizadas por meio de instrumentos de repasse, que permitirão a liberação dos recursos para a execução dos projetos, com intermediação da Caixa Econômica Federal.

Para o diretor de Coordenação da Itaipu, Carlos Carboni, as propostas refletem o alcance e a relevância da iniciativa, voltada ao fortalecimento da infraestrutura de energias renováveis em universidades e institutos públicos de ensino técnico e superior da área de atuação da Itaipu. “Ao financiar a instalação de painéis fotovoltaicos nessas instituições, a Itaipu contribui diretamente para o fortalecimento do ensino. Isso porque, ao economizar na conta de luz, elas podem canalizar mais recursos para a educação.”



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