O complexo fotovoltaico Sol do Agreste iniciou operação comercial em 16 de março, após autorização da Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica. Localizado nos municípios de Tacaimbó e São Caetano, em Pernambuco, o empreendimento soma 170 MW de capacidade instalada e amplia a participação da energia solar na matriz de geração de energia elétrica brasileira.

O projeto integra a carteira do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), coordenado pelo governo federal e voltado à expansão da infraestrutura e à promoção do crescimento econômico com geração de emprego e redução de desigualdades regionais. No eixo de Transição Energética, o programa reúne atualmente 585 usinas de geração de energia, das quais 411 já foram concluídas.

O complexo é formado por seis usinas solares — Sol do Agreste I a Sol do Agreste VI — que, juntas, reúnem 594 unidades geradoras. A usina Sol do Agreste I possui capacidade instalada de 43,29 MW; as usinas II e III têm 23,31 MW cada; a usina IV soma 26,64 MW; a usina V possui 33,30 MW; e a usina VI conta com 19,98 MW.

As usinas não são detentoras de contratos oriundos de leilões regulados de energia elétrica, portando, a energia produzida será comercializada no Ambiente de Contratação Livre. O investimento para a implantação do complexo foi de aproximadamente R$ 823 milhões, com geração de cerca de 7,8 mil postos de trabalho diretos e indiretos ao longo da implementação.

A conexão à rede básica do Sistema Interligado Nacional ocorre por meio de uma subestação coletora de 34,5/230 kV e uma linha de transmissão de aproximadamente 2,2 quilômetros, que interliga o empreendimento ao barramento de 230 kV da Subestação Tacaimbó, da Chesf.



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