O Banco Santander melhorou as condições de sua linha voltada para financiar compra de equipamentos fotovoltaicos. Os prazos de amortização passaram de cinco para seis anos e o período de carência para o vencimento da primeira parcela do financiamento passou de 90 para 120 dias.

As novas condições valem tanto para pequenas, médias e grandes empresas como para pessoas físicas interessadas em implantar sistemas de geração distribuída em suas casas, sem precisar ser correntista do banco para ter acesso às linhas de financiamento. A financeira trabalha com mais de 700 distribuidores e integradores de sistemas de geração distribuída solar habilitados a fazer a venda e o financiamento ao consumidor final.

Segundo divulgação do Santander, as mudanças foram incentivadas por estudo de mercado que apontou o prazo de 120 dias como adequado para começar a pagar o financiamento, levando-se em conta os trâmites de importação dos equipamentos, disponibilidade dos sistemas e sua instalação completa.

De acordo com o superintendente de estratégia de negócios da Santander Financiamentos, Fabio Mascarin, o novo prazo de carência equivale ao intervalo entre a decisão de compra do sistema solar e sua instalação, o que permite ao cliente só começar a pagar as parcelas quando já tiver reduzido seu custo com o consumo de energia elétrica. Além disso, segundo o executivo, outro ponto importante a destacar é o custo do financiamento ter permanecido inalterado, com taxas a partir de 0,79% ao mês.

Pela avaliação do Santander, a economia com a conta de energia para residências com sistemas fotovoltaicos chega a 90%. Com vida útil média do sistema de 25 anos, o retorno sobre o investimento, ainda para o banco, fica por volta de cinco anos. Em 2019, a Santander Financiamentos realizou, em média, 2,5 mil contratos por mês, 60% com empresas e 40% pessoas físicas.



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