A distribuidora catarinense Celesc inaugurou a subestação de energia Barra Velha Sertãozinho, na região do Vale do Itaperiú, no litoral norte do estado. O empreendimento deve atender cerca de 40 mil unidades consumidoras, direta e indiretamente, na região de Barra Velha, São João do Itaperiú, Penha e Balneário Piçarras.

Segundo o presidente da Celesc, Cleicio Poleto Martins, trata-se de uma das 20 subestações que estão sendo realizadas desde 2019, sendo a oitava energizada. “Todas estão preparadas para garantir a qualidade da energia pelos próximos dez anos, de forma a dar oportunidade ao desenvolvimento das cidades, comércio e empresas, e a levar melhores condições de vida para as pessoas”, disse Martins.

O investimento total da Celesc, com a aquisição do terreno e as construções da linha de distribuição e da subestação, foi de aproximadamente R$ 18 milhões. Outro R$ 1,4 milhão foi aplicado nos dois alimentadores que entrarão em operação com a energização da subestação. Em Barra Velha, serão atendidas pela nova subestação consumidores dos bairros Sertãozinho, São Cristóvão, Vila Nova, Escalvado, Quinta dos Açorianos e Centro. Um terceiro alimentador, exclusivo para o município de São João do Itaperiú, deverá ser entregue em 2023, beneficiando 1851 unidades consumidoras.

 A SE Barra Velha Sertãozinho deverá operar, inicialmente, com um transformador de potência de 26,6 MVA, com possibilidade de ampliação da capacidade para 2 x 40 MVA, totalizando 80 MVA. O suprimento na alta tensão será de 138 kV.



Mais Notícias EM



Nutec lança projeto de R$ 1,4 milhão que transforma resíduos orgânicos em biometano no Ceará

Iniciativa produz biocombustível renovável de padrão comercial a partir de dejetos agroindustriais e urbanos

17/07/2026


Gaúcha Magnani entrega projeto de 9,7 mi para eletromobilidade em São Paulo

Estrutura permite o carregamento simultâneo de até 40 ônibus elétricos da Viação Metrópole Paulista, na capital paulista.

17/07/2026


ONS apresenta resultados do Plano da Operação Energética 2026-2030

Relatório reforça a necessidade de fontes flexíveis no SIN e de novos leilões de capacidade, além de apresentar um novo capítulo sobre curtailment

20/07/2026