A Neoenergia registrou lucro de R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre, um aumento de 20% em relação ao mesmo período de 2021. Já o EBITDA (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) cresceu 60%, também comparado ao mesmo período, atingindo R$ 2,4 bilhões.
A empresa credita o bom resultado a sua estratégia de crescimento baseada na ampliação do portfólio de energias renováveis e no avanço nos projetos de transmissão, de geração eólica e solar fotovoltaica. A Neoenergia, controlada pela espanhola Iberdrola, investiu R$ 808 milhões em renováveis no período, o que deve fazer a companhia chegar a ter de 90% da sua capacidade instalada em energia limpa.
Aliás, especificamente em renováveis, o grupo encerrou o trimestre com margem bruta de R$ 287 milhões, o que corresponde a um aumento de R$ 37 milhões em relação ao mesmo período de 2021. Os destaques foram o início da operação total do Neoenergia Chafariz, complexo eólico com 15 parques localizados na Paraíba, e a continuidade da construção do Neoenergia Oitis, complexo eólico com 12 parques entre o Piauí e a Bahia, que será o maior empreendimento da companhia nessa área no Brasil.
Já os investimentos realizados no complexo solar Neoenergia Luzia, em construção no município de Santa Luzia, na Paraíba, somaram R$ 364,3 milhões. No primeiro trimestre do ano, a companhia recebeu os módulos solares e iniciou a montagem. As duas plantas dos parques solares terão capacidade instalada total de 149,3 MW e possuem sinergia operacional com o Neoenergia Chafariz.
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