A Weg anunciou a construção de nova fábrica de motores elétricos em Santo Tirso, em Portugal. O total previsto no investimento é de 23,5 milhões de euros, que serão usados em edificação de 22.680 m², em mesmo terreno onde a empresa catarinense já conta com operação de 16.300 m², dedicada à fabricação de motores industriais de baixa tensão.

A nova unidade será voltada para a produção de motores elétricos de grande porte. Até o momento, essa linha produtiva ficava na cidade de Maia, também em Portugal. A meta com o investimento é centralizar todas as operações portuguesas em Santo Tirso, informou a Weg em comunicado.

De acordo com o diretor da Weg Motores, Alberto Kuba, o investimento inclui aumento da capacidade e modernização das operações em Portugal. Segundo ele, além de levar para o local a produção de motores de média e alta tensão à prova de explosão, a intenção é produzir painéis elétricos, soluções de automação e centralizar os serviços de assistência técnica. “Também estamos planejando aumentar a gama de motores elétricos para tamanhos maiores no país”, revela Kuba.

A nova fábrica em Santo Tirso deve entrar em operação no primeiro trimestre de 2024 e gerar cerca de 100 novos empregos. A Weg está em Portugal desde 2002, quando comprou fábrica de motores elétricos em Maia. Em 2015 a companhia iniciou a construção da primeira fábrica em Santo Tirso, a 24 quilômetros de Maia. Inaugurada em 2018, a unidade integrou a linha de produção com usinagem, fabricação de rotor, bobinagem, montagem e laboratórios de ensaios elétricos dedicados.



Mais Notícias EM



Nutec lança projeto de R$ 1,4 milhão que transforma resíduos orgânicos em biometano no Ceará

Iniciativa produz biocombustível renovável de padrão comercial a partir de dejetos agroindustriais e urbanos

17/07/2026


Gaúcha Magnani entrega projeto de 9,7 mi para eletromobilidade em São Paulo

Estrutura permite o carregamento simultâneo de até 40 ônibus elétricos da Viação Metrópole Paulista, na capital paulista.

17/07/2026


ONS apresenta resultados do Plano da Operação Energética 2026-2030

Relatório reforça a necessidade de fontes flexíveis no SIN e de novos leilões de capacidade, além de apresentar um novo capítulo sobre curtailment

20/07/2026