A Omega Geração registrou crescimento de 78% em sua capacidade instalada desde dezembro de 2019 e passou a ser a maior detentora de ativos renováveis operacionais do Brasil, com 1869 MW de capacidade instalada, principalmente parques eólicos.

A marca foi alcançada depois da conclusão das aquisições em 2021 dos complexos eólicos Assuruá 3 (50 MW), Delta 7 (62,1 MW) e Delta 8 (35,1 MW) e de 50% do Complexo Ventos da Bahia 1 e 2 (91,3 MW). Além disso, o grupo havia incorporado em dezembro de 2020 o complexo Chuí, de 528,8 MW, da Eletrobras.

A evolução da capacidade tem se refletido nos resultados operacionais do grupo. O último trimestre de 2020 foi o melhor do ano em desempenho, com EBITDA (lucros antes de impostos, juros, depreciação e amortização) de R$ 287 milhões, 24% acima do terceiro trimestre de 2020 e 18% maior que o quarto trimestre de 2019. No acumulado do ano, o EBITDA atingiu R$ 756,4 milhões e o lucro líquido, R$ 54,7 milhões. 

A rota de crescimento, segundo estimativa da Omega, deve se manter. A empresa projeta aumento de 60% em seu lucro bruto em 2021, que poderá chegar a R$ 1,55 bilhão no cenário base de projeção.



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