O estado de São Paulo começou a implementar um programa integrado de gestão energética para reduzir o consumo dos cerca de 30 mil imóveis utilizados por suas diversas repartições públicas ligadas a secretarias de estado. Coordenado pela Sima - Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente, o programa tem a meta de reduzir, em três anos, os valores atuais das contas de energia de R$ 600 milhões anuais para R$ 420 milhões. A medida significaria uma redução média de 30% no custeio com eletricidade.

Entre outras medidas, serão revisados os contratos com as distribuidoras de energia, para possíveis viabilidades de migração de unidades consumidoras para o mercado livre. Além disso, o estado pretende projetar e implantar soluções de geração distribuída e estudar a utilização de gás natural para aquecimento e refrigeração. As primeiras secretarias beneficiadas serão as de segurança, saúde e educação. 
O programa comtemplará projetos de geração de energia com fontes alternativas, como a solar fotovoltaica, a biomassa, resíduos sólidos, além do gás natural, biogás e biometano. Ainda faz parte do programa de eficiência energética a implantação de campanhas de conscientização, análises de consumo, criação de procedimentos e padronização da otimização e dos resultados do programa. 

Em autogeração local ou geração distribuída em parceria com a iniciativa privada, que implantaria e operaria por exemplo usinas para autoconsumo remoto nas unidades consumidoras do estado, o investimento previsto na ação é de R$ 28 milhões. 

 



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