A matriz elétrica brasileira cresceu 106 MW em julho de 2025, com a entrada em operação de quatro novas usinas, segundo dados da Aneel - Agência Nacional de Energia Elétrica. Foram três usinas eólicas, somando 61 MW, e uma solar fotovoltaica, com 45 MW, todas fontes de energia renovável.

Entre janeiro e julho, a expansão acumulada atingiu 4.211,13 MW. A maior parte desse avanço se deu por meio da entrada em operação de 11 usinas termelétricas, que somaram 2.428,05 MW — incluindo a UTE GNA II, no Rio de Janeiro, com 1,7 GW inaugurados em maio.

Além das termelétricas, o crescimento da capacidade instalada no período incluiu 27 usinas eólicas (898,90 MW), 18 solares fotovoltaicas (783,63 MW), seis pequenas centrais hidrelétricas (95,85 MW) e duas centrais geradoras hidrelétricas (4,70 MW).

Quatorze estados tiveram usinas entrando em operação comercial nos sete primeiros meses do ano. Os destaques foram Rio de Janeiro (1.672,60 MW), Bahia (687,70 MW) e Minas Gerais (553,25 MW). Em julho, Minas liderou a expansão, com 45 MW no parque solar Pedro Leopoldo I, seguido pelo Ceará, com 40 MW na usina eólica Kairós Wind 6.

Ainda em julho, 88 usinas estavam em operação em teste, totalizando 3.063 MW. Esse grupo inclui 45 usinas eólicas, 33 solares, seis termelétricas, duas PCHs, uma CGH e uma usina hidrelétrica de grande porte.

A potência fiscalizada total no país alcançou 212.649,17 MW em 1º de agosto. Desse montante, 84,45% provêm de fontes renováveis, conforme o Sistema de Informações de Geração da Aneel (SIGA).

No total instalado em operação, a geração hidrelétrica de grande porte representa 48,22% da capacidade. Em seguida, aparecem as termelétricas (23,38%), eólicas (15,90%) e solares fotovoltaicas (8,39%).



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