A geração distribuída deve crescer cerca de 20% em potência instalada em 2025, segundo estimativa da ABGD – Associação Brasileira de Geração Distribuída, que representa não apenas a GD solar, mas também as provenientes de outras fontes: PCHs, eólica, biomassa, biogás e, mais recentemente o hidrogênio verde. 

Para a projeção da ABGD, isso deve representar mais de R$ 25 bilhões em investimentos privados e cerca de 100 mil novos empregos. “A GD reduz a dependência da rede elétrica convencional, proporcionando autonomia energética e impactos ambientais e socioeconômicos positivos. Além disso, a expansão da GD democratiza o acesso a soluções energéticas sustentáveis”, disse o presidente da associação, Carlos Evangelista.

A projeção de crescimento é em cima dos 37 GW de potência instalada já atingidos pela geração distribuída, sendo que a maior parte, da fonte solar, concentrada em residências (18,18 GW), seguida por estabelecimentos comerciais (10,63 GW), instalações rurais (5,09 GW), indústrias (2,67 GW) e instituições do poder público (0,41 GW). No ranking estadual, São Paulo lidera com 5,33 GW, seguido por Minas Gerais (4,63 GW), Paraná (3,30 GW), Rio Grande do Sul (3,29 GW) e Mato Grosso (2,39 GW).



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