As fontes renováveis aumentaram a participação na matriz energética brasileira, a chamada Oferta Interna de Energia (OIE). Nos últimos dois anos, segundo o recém-divulgado BEN - Balanço Energético Nacional 2024, elaborado pela EPE - Empresa de Pesquisa Energética, a participação passou de 45% em 2021 para 49,1% em 2023.

De acordo com o BEN 2024, os níveis de renovabilidade na Oferta Interna de Energia foram conseguidos especialmente pelo desenvolvimento das fontes eólica, solar e a biomassa. Já a energia hidráulica se manteve estável, mas com regime hídrico favorável.

No universo das renováveis, as hidrelétricas participam com 12,1% (incluindo importação de energia), a biomassa de cana com 16,9%, lenha e carvão vegetal com 8,6%, licor negro e outras renováveis com 7,2%, eólica com 2,6% e solar com 1,7%.

Já pelo lado das não renováveis, que representam os 50,9% restantes, petróleo e derivados ficam com 35,1%, gás natural com 9,6%, carvão mineral com 4,4%, urânio com 1,2% e outras não renováveis, 0,6%.



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