O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ampliou os limites de exportação de energia do Nordeste para o Sudeste/Centro-Oeste e para o Norte do País dos atuais 8.000 MW para 10.800 MW. Os novos parâmetros passaram a valer no fim de setembro e significam retomada parcial de limites anteriores.

Os limites de exportação deste subsistema estavam reduzidos desde a ocorrência do apagão de 15 de agosto, dentro de uma política operativa conservadora que visou assegurar o equilíbrio do Sistema Interligado Nacional (SIN) até que as causas para a perturbação fossem identificadas. A adoção desses parâmetros mais restritos era uma prerrogativa do ONS.

Num primeiro momento, o fluxo de energia Nordeste-Sudeste/Centro-Oeste (FNESE) estava restrito a montantes iguais ou menores que 5.000 MW e agora podem ser iguais ou menores que 6.000 MW. No Fluxo Nordeste-Norte (FNEN), o patamar máximo era 3.000 MW e agora está em 4.800 MW. Os novos limites ainda são inferiores aos praticados nos períodos anteriores a 15 de agosto. A recomposição total desses limites está atrelada à conclusão das recomendações apontadas pelo ONS para aprimorar o desempenho das usinas, conforme descrito na minuta do Relatório de Análise da Perturbação (RAP).



Mais Notícias EM



CPFL amplia programa de eficiência energética em hospitais

Nova fase inclui usina solar flutuante em São Paulo e sistema de baterias no Rio Grande do Sul.

22/08/2025


Financiamento para renováveis somou R$ 32,5 bi em 2024

Volume foi puxado pela expansão da energia solar e caracterizado por queda das eólicas.

22/08/2025


Hitachi constrói fábrica de transformadores em Pindamonhangaba

Nova unidade terá investimento de US$ 200 milhões e conclusão prevista em 2028.

22/08/2025