O leilão emergencial marcado para 25 de outubro, de procedimento competitivo simplificado, teve cadastramento de 972 projetos, com total de 62 GW de capacidade. O procedimento foi anunciado pelo MME por meio da Portaria Normativa 24/2021 e visa garantir o suprimento já no período de escassez hídrica por meio de contratação de energia de reserva.

Do total cadastrado de projetos, 56% são de usinas térmicas a gás natural, seguida pelas de óleo combustível, com 16%; óleo diesel, com 15%; biomassa, com 6%; solares, com 3%; e eólicas, com 1% do total.  Em potência, gás natural tem 66% de participação, óleo combustível 14%, óleo diesel 10%, biomassa 6%, solares 3% e eólica 1%.

Por estados, Rio de Janeiro teve a maior potência cadastrada com 32% do total; em seguida São Paulo, com 18%; Santa Catarina, com 10%; e Espírito Santo e Mato Grosso do Sul, cada um com 8%. Os restantes 23% são de projetos nos demais estados do País. Os empreendimentos, que terão contratos para fornecimento entre 2022 e 2025, precisam se conectar nos submercados Sudeste/Centro-Oeste ou Sul.



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