As primeiras ofertas do programa de redução voluntária da demanda (RVD), já programadas para setembro, totalizaram 442 MW. A iniciativa, uma das ações emergenciais do governo para minimizar o previsto déficit de potência no sistema, aceita ofertas de redução com valor mínimo de 5 MW de consumidores do Ambiente de Contratação Livre (ACL), discretizados no padrão de 1 MW, e para períodos de 4 e 7 horas.

Para setembro, o grupo técnico do CMSE - Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico aprovou, no dia 17 de setembro, o adicional de 205 MW de redução de demanda para utilização pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Esse volume foi acrescentado aos 237 MW aprovados anteriormente, em 10 de setembro, primeira data-limite para as ofertas, que começaram a ser programadas e implementadas no dia 20 de setembro. 

O segmento da indústria que apresentou maior adesão ao programa foi o de metalurgia. Na sequência, segundo o ONS, destacam-se os setores de minerais não-metálicos; químicos; extração de minerais não-metálicos; alimentícios; madeira, papel e celulose; serviços; e veículos. O ONS recebe, desde 1º de setembro, as ofertas dos agentes para o programa que vai até abril de 2022.



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