A matriz elétrica brasileira registrou incremento de 543 MW em janeiro de 2026, com a entrada em operação comercial de 13 novos empreendimentos. Desse total, 11 são centrais solares fotovoltaicas, que somaram 509 MW, além de uma usina termelétrica de 20 MW e uma pequena central hidrelétrica (PCH) de 14 MW.
Os dados mostram a continuidade da expansão da oferta de geração centralizada no país, com predominância de novos projetos fotovoltaicos. A fonte respondeu por cerca de 94% da capacidade adicionada no mês, enquanto as demais fontes tiveram participação mais limitada.
Quatro estados, distribuídos por quatro regiões, concentraram os empreendimentos liberados para operação comercial no período. Minas Gerais liderou, com 409 MW provenientes de nove usinas, seguido pela Bahia, com 100 MW e duas unidades.
Também entraram em operação uma termelétrica no Pará, com 20 MW, e uma PCH no Paraná, com 14 MW. A expansão reflete a diversificação regional da oferta, com maior concentração de novos projetos no Sudeste e Nordeste.
Com as novas adições, o Brasil alcançou, em 9 de fevereiro, um total de 216,9 GW de potência fiscalizada em usinas centralizadas, segundo o Sistema de Informações de Geração da Aneel (SIGA), que reúne dados de empreendimentos em operação e em implantação.
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