A Omega Energia aumentou em 74% a geração de energia de suas usinas eólicas, hídricas e solares no terceiro trimestre de 2020 em comparação ao trimestre anterior. O acréscimo na geração veio acompanhado no mesmo período de um Ebitda (lucro antes de impostos e juros) de R$ 230,6 milhões, 70% acima do trimestre anterior, com lucro líquido de R$ 37,6 milhões.

O terceiro trimestre para o grupo também foi marcado por acordos para aquisição dos complexos eólicos Ventos da Bahia 1 e 2, da EDF, de 182,6 MW, e o Chuí, da Eletrobras, no Rio Grande do Sul, de 582 MW.  Com as duas aquisições, a empresa eleva sua capacidade contratada para 1869 MW, 56% maior que em 2019.

Além das eólicas, o grupo conta com quatro PCHs: o Complexo Indaiás, no Mato Grosso do Sul, com capacidade instalada de 32,5 MW, composto por duas centrais, no município de Cassilândia; a PCH Pipoca, de 20 MW, no município de Ipanema, em Minas Gerais; e a PCH Serra das Agulhas, de 30 MW, em Monjolos e Rio Pardo Pequeno, também em Minas Gerais. Em solar, o grupo conta com o Complexo Pirapora, de 321 MW, em sociedade com a EDF, em Pirapora (MG).

Além dos seus investimentos para ampliar a geração, a Omega também está investindo em comercialização de energia, justamente para negociar seu portfólio diversificado. Em setembro, a empresa lançou uma plataforma digital de compra e gestão de energia no mercado livre.

A estratégia com a plataforma digital, com trâmites todos online, é ampliar a carteira de clientes da comercializadora do grupo para empresas médias e pequenas com demanda entre 0,5 MW e 3 MW, com gastos médios mensais entre R$ 40 mil e R$ 600 mil. Hoje a maior parte dos contratos do grupo são para grandes consumidores. Como vantagem central, a plataforma conta com algoritmo especial de precificação, risco e crédito que substitui a necessidade de pedido de garantia financeira aos clientes.

 

O relatório completo de resultados financeiros está disponível para download no site da Omega: omegageracao.com.br



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