A EiTV está investindo na atualização da sua linha de produtos para atender ao novo padrão da TV 3.0, que deve entrar em operação no Brasil até 2025. A empresa atua no desenvolvimento de tecnologias para a migração da TV (aberta e por assinatura) para as plataformas digitais online e está analisando a evolução dos padrões em todo o mundo, inclusive nos Estados Unidos, onde possui uma equipe técnica em Orlando analisando o desenvolvimento do padrão ATSC 3.0.

Diversas tecnologias do padrão ATSC 3.0 têm recomendação do Fórum SBTVD para serem adotadas pelo governo para a próxima geração de televisão digital terrestre do Brasil, que vai oferecer uma nova experiência do telespectador a partir da transmissão via IP, com resolução entre 4K e 8K, HDR - High Dynamic Range, entregando uma imagem mais natural e realista, áudio imersivo (também conhecido como áudio 3D), suporte à transmissão via streaming de banda larga por meio de aplicativos interativos.

O governo brasileiro publicou no Diário Oficial do dia 7 de abril de 2023 um decreto que estabelece as diretrizes para a implementação do padrão de TV Digital 3.0 no Brasil, que sucederá a atual geração do padrão brasileiro, o ISDB-T e que deverá ser especificado por meio de estudos do Fórum do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre até 31 de dezembro de 2024. Depois disso, o estudo será avaliado pelo Ministério das Comunicações e aprovado pela Presidência da República e normatizado pela ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas.

O trabalho da EiTV está sendo o de desenvolver as tecnologias necessárias para que as emissoras de TV aberta possam adotar o novo padrão. “Estamos empenhados em poder entregar ao mercado de TV 3.0 as tecnologias necessárias para a migração para o novo padrão, com base na nossa experiência com a TV 2.0 e a TV 2.5, com inúmeras implementações no Brasil”, afirma Rodrigo Cascão, CEO da EiTV.

Segundo o executivo, já estão em fase avançada de desenvolvimento nos laboratórios da EiTV as soluções para encoding, packaging, encryption, signaling, delivery, captioning, electronic service guide, interactive applications, broadcast gateway, scheduler, analyzer, recorder e player, que serão necessárias para viabilizar uma operação de TV aberta no padrão 3.0.



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