A Elea Digital lançou sua nova marca, composta por formas que remetem à abrangência das conexões que aproximam (fazendo alusão aos cabos de fibra óptica, que se conectam num círculo). Segundo a empresa, o conceito está fundamentado em três pilares: conexões que aproximam, transformações conscientes e plataforma para evoluir. A infraestrutura digital da Elea é composta por data centers nas principais áreas metropolitanas brasileiras, como Porto Alegre, Curitiba, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro.

“A nova marca da Elea Digital reforça nossa preocupação com o futuro que queremos e o planejamento de longo prazo para atingi-lo. A sustentabilidade está incorporada ao nosso discurso. E o maior desafio é fazer isso de um jeito humano e amigável, mesmo sendo uma empresa B2B, porque é essencial uma comunicação humanizada, em linha com quem somos. Afinal, a infraestrutura é conduzida por pessoas, e nós acreditamos muito nessa perspectiva”, afirma Alessandro Lombardi, presidente da Elea Digital, à frente da companhia que hoje emprega, incluindo indiretos, cerca de 250 funcionários.

 A empresa cresceu mais de 20% do último ano para cá, comparado ao mesmo semestre do ano passado e prevê investimento de centenas de milhões de reais para o segundo semestre de 2022. Nos próximos anos, a meta é manter o mesmo ritmo de crescimento, apostando no aumento da demanda por armazenamento e processamento de dados, com o objetivo de fortalecer a transformação da infraestrutura digital do país.

De acordo com o executivo, a distribuição geográfica dos data centers da Elea Digital, além de auxiliar as empresas locais, também facilita os grandes provedores de cloud e conteúdo, que passam a ter uma única plataforma padronizada para chegar em vários destinos de edge.

 A empresa tem mais de 100 clientes concentrados principalmente nos setores de tecnologia da informação, telecomunicação, financeiro, mídia e setor público.

“O serviço de nossos data centers foi pensado para, com estratégia e planejamento, dar velocidade e agilidade no acesso aos grandes centros urbanos com uma infraestrutura descentralizada, interconectada e resiliente. Tudo isso sem que os clientes precisem se preocupar em gerenciar uma operação própria, complexa, custosa e ineficiente”, conclui o presidente.



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