A expansão de aplicações baseadas em IA - Inteligência Artificial, IoT - Internet das Coisas, redes 5G e serviços de baixa latência tem impulsionado a demanda por infraestruturas de processamento distribuídas. Nesse contexto, a ALGcompany vem ampliando sua atuação no mercado de edge data centers, segmento no qual ingressou oficialmente em 2022, após consolidar presença nas áreas de telecomunicações, energia e infraestrutura de conectividade.
Fundada há mais de 20 anos em Caxias do Sul, RS, a empresa iniciou suas atividades no segmento de antenas para telecomunicações e, ao longo dos anos, diversificou seu portfólio para incluir soluções de energia, gabinetes outdoor e infraestrutura para redes. Segundo a companhia, a experiência acumulada nesses mercados serviu de base para a entrada no setor de data centers de borda.
Atualmente, a empresa desenvolve soluções para edge data centers e shelters voltadas a aplicações de diferentes portes, desde instalações compactas até projetos de maior escala. A ALGcompany oferece soluções all-in-one desenvolvidas em fábrica própria, combinando engenharia nacional, materiais de alta durabilidade, sistemas de energia, climatização de precisão, monitoramento por telemetria IoT e serviços de ativação e acompanhamento operacional.
De acordo com a companhia, um dos diferenciais da estratégia é a verticalização dos processos de engenharia e fabricação, permitindo que o desenvolvimento, a produção e a integração dos sistemas sejam realizados internamente. A empresa afirma que essa abordagem busca aumentar o controle sobre a qualidade dos projetos e reduzir a complexidade de implantação para os clientes.
A ALGcompany também destaca a obtenção da certificação ANSI/TIA-942-C Rated 3 Ready para infraestrutura de data centers e informa ter acumulado mais de 100 instalações de data centers e shelters no Brasil e em outros países.
Segundo Lissandro Gerhardt (foto), CEO da empresa, a verticalização é um dos pilares da estratégia de crescimento no segmento. “Estamos presentes em todas as etapas da jornada dos clientes, desde o projeto até a operação, buscando garantir eficiência e continuidade operacional”, afirmou.
O movimento acompanha uma tendência observada no mercado de infraestrutura digital, em que aplicações que exigem processamento próximo ao usuário final vêm impulsionando investimentos em edge data centers como complemento aos grandes data centers centralizados.
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