A Seal Networks, unidade de negócios da Seal Sistemas dedicada à infraestrutura de rede, anunciou um novo posicionamento estratégico. O movimento marca a evolução da unidade para um modelo mais abrangente, com ampliação do portfólio de produtos e serviços e atuação estruturada em três pilares: infraestrutura de rede, cibersegurança e data centers.
Com esse novo momento, a unidade de negócios reforça seu posicionamento como uma integradora one-stop-shop, reunindo em um único parceiro todas as competências necessárias para o desenho, implementação e sustentação de projetos completos de infraestrutura tecnológica, abrangendo desde o diagnóstico até a operação.
“A evolução da Seal Networks acompanha a transformação do conceito de infraestrutura dentro das empresas. Hoje, conectividade, segurança e capacidade computacional são indissociáveis. Nosso papel passa a ser o de integrar todos esses elementos, garantindo performance, resiliência e proteção em toda a operação”, afirma Ruy Castro, Vice-Presidente de Vendas da Seal Sistemas e Head da Seal Networks.
Criada originalmente como uma unidade focada em redes sem fio, a Seal Networks ampliou sua atuação ao longo dos últimos anos para contemplar toda a infraestrutura de rede, incluindo ambientes cabeados, operações em campo e arquiteturas híbridas. Esse movimento ganhou força a partir de 2018, quando a companhia passou a enxergar a rede como parte central do ecossistema tecnológico das empresas, em conexão direta com temas como cibersegurança e gestão de dados.
Com o novo posicionamento, a unidade amplia seu escopo e passa a oferecer conectividade completa, incluindo redes cabeadas e Wi-Fi de alta performance; soluções de cibersegurança em múltiplas camadas, que vão do perímetro até aplicações e ambientes em nuvem; e um portfólio voltado para data centers, que abrange desde equipamentos de missão crítica até infraestrutura em cloud e ambientes on-premise. A estratégia ainda inclui o fortalecimento de parcerias com marcas como HPE e Check Point.
“Nosso objetivo é garantir que empresas e colaboradores estejam protegidos e operando com eficiência, independentemente do modelo adotado, seja em nuvem, híbrido ou local. Isso passa por entender exatamente onde estão as vulnerabilidades e como endereçá-las de forma estruturada, sempre respeitando o estágio de cada organização”, finaliza Castro.
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