A Eseye anunciou a sua mais recente projeção estratégica para o setor com o relatório Previsões de IoT – Internet das Coisas para 2026, que mapeia os principais vetores de transformação que moldarão o mercado nos próximos dois anos. O documento traz visões de especialistas da companhia sobre as mudanças estruturais em conectividade global, expectativa de serviços gerenciados, implicações de novos padrões técnicos e a ascensão do AIoT como diferencial competitivo. “Este relatório funciona como um guia estratégico para empresas e operadoras que navegam por um cenário de variabilidade regulatória, novos padrões técnicos e crescente exigência por automação e inteligência, servindo muito bem à realidade atual brasileira e latino-americana”, analisa Ana Carolina Bussab, CEO da Eseye no Brasil.
“O ano de 2026 será muito mais do que um período de ajustes incrementais. Estamos diante de um momento de grande realinhamento na IoT global, no qual conectividade, serviços gerenciados e IA – Inteligência Artificial convergem para reconfigurar a forma como empresas e operadoras competem e entregam valor”, afirma Nick Earle, Chairman Executivo da Eseye. Segundo ele, as decisões estratégicas tomadas neste ciclo terão impacto direto na vantagem competitiva e no risco operacional das organizações que lideram implantações IoT em escala global.
A primeira tendência é a divisão crescente do panorama de conectividade celular global. Enquanto mercados como Estados Unidos e Ásia-Pacífico aceleram a adoção de redes de próxima geração, partes da Europa enfrentam restrições que atrasam a harmonização tecnológica, exigindo das empresas soluções que equilibrem compatibilidade com tecnologias legadas e preparação para o futuro. Projetos com designs multi-RAT e gestão flexível de conectividade, incluindo suporte a eUICC/eSIM, são apresentados como respostas estratégicas a esse desafio.
O relatório também ressalta a ascensão do 5G FWA - Fixed Wireless Access como opção escalável e de alto desempenho para conectividade empresarial. Para Tony Byrne, CEO da Eseye, o diferencial competitivo em 2026 está menos na conectividade básica e mais em soluções gerenciadas integradas, que combinem cobertura, hardware e suporte em uma oferta coesa voltada para necessidades corporativas.
Ian Marsden, cofundador e CTO da Eseye, observa que o modelo econômico tradicional da IoT já não se alinha às plataformas e estruturas de custo legadas das operadoras de redes móveis (MNOs). O relatório indica que elas precisarão decidir se escalam IoT por meio de parcerias especializadas ou revisitam suas prioridades, concentrando-se em serviços essenciais ao consumidor. Essa escolha terá impacto direto nas estratégias de compradores corporativos que dependem de conectividade global.
Outro ponto de foco é o novo padrão SGP.32, que promete maior autonomia técnica às empresas, porém demanda capacidade de teste de performance global e gestão de múltiplos perfis de operadoras. O relatório explica que a complexidade operacional dessa transição tende a acelerar a demanda por serviços IoT gerenciados, que simplificam integração e criam um ponto único de controle para implantações em larga escala.
Por fim, a Eseye destaca a tendência de AIoT perceptivo, em que sistemas autônomos orientados por IA transformam dados de IoT em automação inteligente, eficiência operacional e decisões preditivas. Conforme o relatório, à medida que tais sistemas escalarem, a qualidade dos dados de IoT será um fator-chave para desempenho e competitividade no futuro próximo.
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