Somente nos meses de janeiro e fevereiro de 2023, 3,3 milhões de m3 de esgoto sem tratamento deixaram de ser despejados nos rios e córregos de Mauá, SP. Isso foi possível devido ao trabalho realizado na cidade pela BRK, concessionária responsável pelos serviços de esgotamento sanitário.

Hoje, 93% da população é atendida com os serviços de coleta de esgoto e 89% do esgoto gerado na cidade é tratado. 

Uma conquista muito importante que coloca Mauá no topo das cidades da região metropolitana de São Paulo que mais evoluíram no esgotamento sanitário. O resultado obtido na cidade é bem diferente do restante do país. É o que mostra o Esgotômetro do Instituto Trata Brasil, que desde o dia 1º de janeiro de 2023 acompanha a quantidade de esgoto sem tratamento despejados na natureza. O esgotômetro, que tem como base os dados do IBGE de 2021, mostra ainda que mais de 5,5 mil piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento são despejadas na natureza diariamente.

“Os avanços nos serviços de esgoto do município de Mauá são fruto dos investimentos realizados pela concessionária. Essa é uma conquista muito importante e que impacta diretamente no cotidiano da população, uma vez que os sistemas de coleta e tratamento de esgoto são fundamentais para prevenir a contaminação e transmissão de doenças”, explica Bruno Gravatá, gerente de operações da BRK em Mauá.

A concessionária destaca que as redes de esgoto não foram projetadas para transportar lixo e que a má utilização pode causar transtornos a todos.  Por isso, a empresa reforça que é fundamental não jogar restos de comida e lixo nas redes de esgoto. Além disso, lembra que o acúmulo de fios de cabelo e óleo de cozinha estão entre os principais responsáveis pelo entupimento das redes públicas de esgoto, portanto, é preciso dar a eles o destino adequado. Cuidados como esses ajudam a reduzir a quantidade de entupimentos nas redes de esgoto, além de evitar o retorno de esgoto para as residências.



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