A PepsiCo, uma das maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo, e dona de marcas como Lay’s, Doritos, Ruffles, Cheetos, entre outras, anuncia a conquista de manter sua operação fabril sem captação de água por 100 dias, em Itu, SP. No ano em que celebra 70 anos no país, a companhia apresenta seu resultado no município, onde reaproveita 100% do efluente industrial, proveniente de processos de produção de snacks salgados e de Toddynho, que é transformado em água potável a partir de uma estação de tratamento em sua área externa. Esta realidade só foi possível após a parceria com as unidades da PepsiCo de Sorocaba e do bairro de Itaquera, em São Paulo, que enviam os efluentes para tratamento em Itu. O montante de água tratada abasteceu a fábrica de Itu na totalidade de sua demanda de 18 milhões de litros ao mês para uso em processos industriais.

Buscando tornar sua operação mais sustentável e eficiente ao mesmo tempo em que promove ações positivas para o planeta e as pessoas, em linha com a estratégia ESG, a empresa tem como premissa reduzir o uso de água em toda a sua cadeia produtiva. Com esse objetivo, investiu em MBR/OR - biorreatores com membranas e osmose reversa.

A iniciativa também contribui para reduzir o efluente no sistema de tratamento de esgoto da cidade. “Em 2022 ficamos 100 dias sem captar água do município, o que significa que esta água ficou disponível para a comunidade. Temos muito orgulho desse resultado e confiantes de que em breve teremos mais avanços em outras operações no país”, afirmou Paulo Quirino, vice-presidente de operações da PepsiCo do Brasil. O projeto será replicado em Sete Lagoas, MG, e em Curitiba, PR, com previsão de conclusão em 2024.

Por meio desta e de outras iniciativas focadas em redução do uso de recursos hídricos, o total de água gasta por quilo de alimento produzido pela PepsiCo no Brasil caiu para menos da metade nos últimos cinco anos, de 4,6 litros (em 2016) para 1,97 litro (em 2022), uma redução de 57%. Na fábrica de Itu, esse número já é de 0,82 litro por quilo de alimento produzido.
Foto: Marco Pinto



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