A Saneago tem atendido às exigências dos órgãos fiscalizadores para garantir à população receber água potável com segurança e qualidade. Para isso, a companhia realiza o monitoramento e controle de qualidade da água para o consumo humano com base nas legislações do Ministério da Saúde, do Conama - Conselho Nacional do Meio Ambiente e de normativas internas definidas pela estatal. 

O controle operacional e o monitoramento da eficiência dos sistemas de abastecimento de água são realizados com o apoio de laboratórios, que executam análises físico-químicas, bacteriológicas e microbiológicas, além de pesquisar a presença de compostos orgânicos/agrotóxicos e metais. Somente em 2022, a Saneago realizou mais de 350 mil análises em seus laboratórios centrais em Goiânia, que são acreditados pela NBR ISO IEC 17025 e nos laboratórios de água presentes nas 16 Gerências Regionais.

Os Certificados de Acreditação  asseguram que os laboratórios oferecem máxima confiança nos serviços, garantindo, inclusive, a aceitação internacional dos relatórios de ensaio, sem a necessidade de repetições das avaliações realizadas. Os certificados ainda colocam os laboratórios da Saneago dentre as principais referências em monitoramento ambiental no país, sendo um dos poucos laboratórios de empresas de saneamento a obter esse reconhecimento. 

Além das análises laboratoriais, são realizadas análises físico-químicas nas Estações de Tratamento de Água, no mínimo a cada duas horas, para assegurar a eficiência do processo de tratamento. Assim, a Saneago assegura resultados confiáveis por meio de uso dos métodos analíticos normalizados, instalações e equipamentos adequados e profissionais qualificados.

Periodicamente, a empresa encaminha e registra no Sisagua os dados de cadastro das formas de abastecimento e os relatórios de controle de qualidade da água, conforme o modelo estabelecido pelas autoridades de saúde pública dos estados e municípios. 

Essas ações têm o objetivo de garantir a qualidade da água tratada para consumo humano e evitar que o efluente tratado e lançado no corpo hídrico se transforme em impactos ambientais e extrapole os limites de segurança estabelecidos.



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