Software para gestão de energia em edifícios inteligentes


Em um edifício, três quartos dos custos totais se concentram nas atividades de operação e manutenção ao longo da vida útil. O guia traz um apanhado de modernas ferramentas disponíveis para controle de demanda, gestão de qualidade da energia, de geradores de energia renovável e de emergência, de ar condicionado, iluminação, ocupação de salas, acesso, intrusão, detecção e alarme de incêndio e muito mais.




Fontes especializadas em análise de ciclo de vida de edifícios (como o Department of Energy dos EUA) calculam que a operação e manutenção respondem por nada menos de 75% dos custos totais de um prédio comercial. Não por acaso, logo que a tecnologia permitiu imaginaram-se ferramentas de “informática” para gerenciar mais facilmente esses gastos e reduzir despesas, e desde o final dos anos 1980 o termo “edifícios inteligentes” integra o vocabulário dos profissionais de projeto, construção, instalação e gestão de prédios em geral.

Sendo a energia elétrica o principal item de custos, foi natural que os primeiros sistemas se dedicassem à gestão energética, atuando no controle da iluminação, ar condicionado, bombas e elevadores. Mas não demorou para surgirem soluções dedicadas à automação da operação (controle de persianas, de brises, de ocupação de salas, de vagas de garagem, etc.), e à segurança (controle de acesso e intrusão, detecção e alarmes de incêndios, vigilância eletrônica, etc.). Assim, uma grande quantidade de sistemas e dispositivos, utilizando protocolos distintos, passou a coexistir nas edificações, dificultando a obtenção, pelos gestores, de uma visão do desempenho geral. Mas com a evolução da tecnologia de informação e comunicação, tornou-se possível a integração desses sistemas e a criação de novas e modernas ferramentas, pensadas para oferecer recursos completos de gerenciamento automático de todas as utilidades e funcionalidades. Atualmente, graças à digitalização e à conectividade, estão disponíveis recursos fantásticos em favor da economia, produtividade, ergonomia e sobretudo do bem-estar dos ocupantes.

Este Guia traz um apanhado de sistemas de gestão de edifícios disponíveis no mercado nacional, destinados a aplicação em uma gama diversificada de instalações, dos prédios de escritórios aos shopping centers, passando por hotéis, escolas, clínicas, CPDs e aeroportos, entre outros. Das tabelas constam informações sobre as funcionalidades cobertas nas áreas mencionadas: gestão de energia, automação industrial e gestão de segurança. Os protocolos de campo utilizados pelos sistemas são também nomeados.







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