A Claro se junta à Fapesp – Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo para a criação de um Centro de Pesquisa em Engenharia focado nos temas de 5G e IA - Inteligência Artificial Generativa. Segundo o edital de chamada pública lançado nesta semana, as inscrições devem ser realizadas, pelo sistema SAGe – Sistema de Apoio à Gestão, até o dia 18 de novembro de 2024. Para participar, os pesquisadores precisam estar ligados a instituições de ensino superior paulistas e atender a uma série de requisitos, sendo os principais: ter um plano de pesquisa original, que seja competitivo nacional e internacionalmente; e estar sediado em uma ou mais instituições de ensino superior e pesquisa ou instituições de pesquisa, públicas ou particulares sem fins lucrativos, no estado de São Paulo.

A parceria tem o objetivo de incentivar a realização de pesquisas internacionalmente competitivas e que estejam conectadas às necessidades da sociedade, explorando o potencial de áreas como Agrotech, Indústria 4.0 e Smart Cities, com foco na exploração das tecnologias 5G e IA - Inteligência Artificial Generativa.

O plano de pesquisa escolhido para implementação poderá receber da operadora, ao longo de cinco anos, o aporte de até R$ 10 milhões e mais R$ 10 milhões da Fapesp, totalizando recursos na ordem de R$ 20 milhões para o desenvolvimento do projeto. Esse montante deverá ser aplicado para o financiamento de longo prazo da iniciativa, permitindo o tratamento de problemas complexos por meio de abordagens interdisciplinares de alto nível, utilizando tecnologias 5G e IA Generativa.

Para André Sarcinelli, diretor de Engenharia da Claro, essa colaboração em torno do 5G é fundamental para acelerar a transformação da sociedade. “Temos acesso a uma tecnologia com um potencial imenso, que ainda não foi destravado. As possibilidades de aplicação para o 5G são infinitas, que devem provocar impactos profundos na forma como vivemos e como fazemos negócios nos próximos anos, e a pesquisa acadêmica é parte fundamental desse processo”, afirma.

A perspectiva é de que a aproximação entre os pesquisadores e a operadora resulte no desenvolvimento de soluções que possam ser colocadas no mercado e escaladas em âmbito nacional e até mesmo global.



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