A Paessler AG, empresa especializada em monitoração de redes, anuncia os resultados que o data center Primus TI, de Porto Alegre, RS, conquistou com o uso o PRTG em três data centers com perfis específicos: produção, recuperação de desastres e redundância para proteção de dados dos clientes. Essa infraestrutura está na nuvem e atende clientes de setores como educação, governo e software houses. A ofertas Primus TI incluem recursos computacionais, licenciamento, conectividade, consultoria, suporte técnico, monitoramento, proteção de dados e plano de continuidade, tudo em um único pacote“Nossa filosofia é conhecer nossos clientes e suas necessidades de hosting, diferenciando-nos pela qualidade e personalização do serviço que oferecemos ao mercado”, diz Glaucio Jardim, diretor da Primus TI.

O PRTG gera mapas – projetados no NOC da Primus TI – que informam de forma visual e analítica as medições sobre os dispositivos e software responsáveis por suportar os processos digitais das empresas hospedadas nos data centers Primus TI. “Desenvolvemos para nossos clientes dois conjuntos diferentes de mapas PRTG. Um tem forte ênfase técnica e foi desenvolvido para os times de TI da empresa usuária. Para os gestores, desenvolvemos mapas que indicam níveis de serviços, disponibilidade do ambiente e dados históricos”. 

O PRTG foi configurado para agir preventivamente em estados de avisos e de indisponibilidade parcial. A Primus IT adota também a abordagem preditiva, focada em comportamentos não usuais que diferem da baseline de cada sensor monitorado.  A gestão cada vez mais preditiva, e não somente reativa, aumenta a disponibilidade dos ambientes das empresas atendidas pela Primus TI.

Hoje a Primus TI conta com mais de 2500 sensores do PRTG em operação em seus ambientes. “Utilizamos sensores que monitoram diretamente a infraestrutura, como o uso de processamento, memória, armazenamento, banda de rede. Vale destacar, também, os sensores que trabalham em um nível mais elevado, efetuando consultas em bancos de dados e simulando acesso aos sistemas hospedados. Isso é feito de forma constante, de modo a detectar, entre outros parâmetros, o aumento de latência”, detalha Jardim. A preocupação com a latência – juntamente com segurança e disponibilidade – é uma das colunas da gestão da Primus TI.  Trata-se de um parâmetro eficaz de medição da experiência de uso do serviço hospedado. Esse índice tem um impacto direto sobre a experiência do usuário dos funcionários e clientes das empresas hospedadas nos data centers Primus TI. Outro recurso importante para a empresa foi adicionar mais de uma sonda externa de monitoramento. Isso reduziu falsos positivos nas detecções de indisponibilidade e aumentou a velocidade de diagnóstico sobre problemas em rotas na Internet.



Mais Notícias RTI



Silica Networks anuncia projeto de cabo submarino de 1026 km até a Antártica

Filiais do Brasil, Argentina e Chile participam do estudo do projeto que liga o extremo sul do continente ao Polo Sul.

19/04/2021


Sanepar estuda compartilhamento de rede de esgoto com fibra óptica

Ideia é aproveitar a capilaridade dos 38.464 km de tubulação no Paraná.

19/04/2021


Comba Telecom desenvolve solução Open-RAN multibanda e multi-RAT

Plataforma destina-se a frequências de 1800 e 2100 MHz.

19/04/2021