A paranaense Pacer ganhou a licitação para operar com a tecnologia de embarque por reconhecimento facial do Projeto Embarque +Seguro, idealizado pelo Ministério da Infraestrutura (MInfra) e desenvolvido pelo Serpro, empresa de tecnologia da informação do Governo Federal.

A tecnologia estava em fase de testes desde o dia 15 de junho de 2021, mas com a aprovação do projeto piloto, passa a ser efetivada e liberada para todas as companhias aéreas. Agora as companhias poderão fazer uso da tecnologia, que possibilita aos passageiros embarcar sem a necessidade de apresentar cartão de embarque e documento de identificação.

Além de dispensar o manuseio de papéis, o que ajuda para as medidas de segurança no combate à Covid-19, a solução facilita o embarque e reduz o tempo nas filas, já que o tempo de checagem por passageiro é de aproximadamente dois segundos.

Para o diretor da Pacer, Giuliano Podalka, essa efetivação é uma vitória para o segmento aeroportuário brasileiro. “O avanço é o pontapé inicial para digitalizar os aeroportos do Brasil e transformar o embarque nas aeronaves”.

A Pacer é residente do HIPE Innovation Center, Curitiba, PR. Além da solução de reconhecimento facial, a empresa lançou a primeira tecnologia de embarque organizado do mundo, o Wavemaker, que utiliza Inteligência Artificial para projetar no chão um ‘tapete’ com o número dos assentos em realidade aumentada, que se move conforme o fluxo de passageiros.

No balcão da companhia aérea, o passageiro informa nome, CPF e número de celular e recebe uma mensagem de texto solicitando autorização para o registro da foto e o tratamento dos dados. Com o consentimento do viajante, as informações são checadas nas bases de dados governamentais. Havendo a validação, o passageiro fica liberado para ingressar na sala de embarque e na aeronave por meio dos pontos de controle biométrico, que fazem a identificação com o uso de câmeras, dispensando a apresentação de documento com foto e de cartão de embarque.



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