Por Denis Pineda*

 

A utilização da robótica dentro das indústrias traz uma série de benefícios, principalmente em relação ao ganho de eficiência, redução de riscos do operador e resolução de problemas de qualidade graças à precisão dos equipamentos.

Robôs e humanos em cooperação

 

Com os famosos robôs colaborativos (cobots) em funcionamento, eles podem facilmente assumir tarefas repetitivas, sujas ou perigosas. Assim, a mão de obra, antes direcionada para a alimentação das máquinas, pode ocupar funções nas quais as habilidades e inteligência humana são realmente importantes. 

 

Segundo pesquisas da associação norte-americana A3 Robotics, que fomenta o avanço da automação robótica, no ano de 2027, os robôs colaborativos representarão cerca de 29% do mercado global de robôs industriais. Isso será possível graças aos diversos níveis de colaboração entre eles e humanos que permitem automatizar tarefas antes não alcançadas pelos robôs convencionais.

 

Para exemplificar, Denis Pineda, gerente regional da Universal Robots, classificou essas tarefas em cinco níveis conhecidos. Confira:

 

 

 

 

 

 

 

*Denis Pineda é gerente regional da Universal Robots, empresa dinamarquesa de braços robóticos industriais colaborativos.

 

Conheça a oferta de robôs para o setor de plásticos no Guia de fornecedores de robôs da Plástico Industrial.

 

(Foto: Universal Robots)

#robos #industria40 #automacaoindustrial



Mais Notícias RTI



Uso de energia solar como estratégia para reduzir custos da indústria

A autonomia no consumo de energia é vantajosa para as empresas e pode reduzir em até 95% os gastos com eletricidade, de acordo com o perfil de consumo e do modelo adotado.

24/02/2026


Manufatura aditiva: por que a articulação em rede é uma boa opção para o Brasil?

A qualidade de peças fabricadas por manufatura aditiva é um desafio organizacional e sistêmico, exigindo integração entre ciência dos materiais, engenharia, normalização e gestão da qualidade.

13/02/2026


O "Big Bang" da indústria de plásticos em 2026

Uma nova realidade regulatória e tributária faz de 2026 o ano zero da lógica industrial para o setor de polímeros no Brasil. O planejamento estratégico vai demandar a compreensão dessa complexa estrutura.

12/02/2026