“Como uma empresa global, isso nos permite equilibrar as compras em diferentes cadeias de fornecimento de matérias-primas, não deixando faltar insumos relevantes para a continuidade da produção”, afirma Marcelo Andrade, VP de Telecom do Grupo Prysmian na América Latina e presidente da Associação P&D Brasil. “Nós nos antecipamos a essa crise, fazendo investimentos expressivos na produção de cabos e fibras ópticas no Brasil, com desenvolvimento de tecnologia, empregos gerados e arrecadação de impostos aqui no país, formando um estoque de segurança que nos permite hoje garantir que não haverá desabastecimento de fibras e cabos no mercado nacional por falta de opções”, completa.

Os investimentos citados datam de 2019, quando o Grupo Prysmian aumentou sua capacidade produtiva em 25% nas fábricas de fibras e cabos ópticos em Sorocaba, SP. À época, esse aporte mirava principalmente o crescimento da demanda por soluções de telecom na expansão da rede no país, puxadas principalmente pelo FTTH e os provedores, com o leilão do 5G e programas de infraestrutura em telecomunicações do governo à espreita.

O Grupo Prysmian dedica aos provedores uma estratégia comercial diferenciada, o que pode ajudá-los em um período que faltam opções de matérias-primas importadas e assim consolidar uma parceria duradora a partir de agora.

“Nossas vendas para os provedores têm crescido acima dos dois dígitos por ano. Temos estoque para entrega imediata dos principais cabos utilizados por eles. Também oferecemos linhas de crédito com parceiros financeiros, ou seja, contamos com linhas da própria Prysmian e as associadas aos bancos, para que possam adquirir fibras e cabos ópticos em até três anos com um período de carência. Isso facilita a vida do provedor, que pode aumentar a infraestrutura de oferta imediatamente e se capitalizar via assinaturas”, finaliza Andrade.



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