A Lightera, empresa que integra as operações globais de cabos de fibra óptica do Grupo Furukawa Electric Co., lança a Plataforma TARS, uma infraestrutura óptica voltada a data centers e redes de telecomunicações com alta exigência de processamento e tráfego.

A Plataforma TARS acompanha o avanço de aplicações intensivas em dados, como inteligência artificial, computação em nuvem e processamento de alto desempenho (HPC), que demandam maior densidade de fibras e melhor aproveitamento do espaço disponível.

Adota um modelo modular padronizado, com foco em eficiência na ocupação física e simplificação da evolução da rede. Na prática, permite ampliar a infraestrutura instalada sem alterações estruturais relevantes, reduzindo prazos de implantação e custos operacionais. Comporta a terminação de até 3456 fibras em um único conjunto preparado para receber cabos Rollable Ribbon. A organização e terminação dos cabos facilitam a operação e a manutenção, além de permitir ampliações sem impacto no ambiente em funcionamento.

“A infraestrutura de data centers passa por mudança de padrão, com maior volume de conexões e necessidade de evolução contínua. A Plataforma TARS organiza esse crescimento e prepara a rede para acompanhar essa dinâmica de forma adequada”, afirma o Luiz Henrique Zimmermann Felchner, Gerente sênior de engenharia da Lightera.

O portfólio inclui gabinetes e módulos ópticos para transição, fusão e terminação, atendendo desde data centers de alta capacidade até ambientes enterprise, colocation e edge. O modelo preserva a base instalada e permite ganhos graduais de escala.

“Desenvolvida no Brasil, a Plataforma TARS será lançada inicialmente na América Latina, com previsão de chegada a novos mercados. A iniciativa integra a estratégia da companhia de desenvolver tecnologias alinhadas às novas exigências da infraestrutura digital”, complementa Cássio Cardoso, engenheiro de produto RCDD da Lightera. Segundo ele, ao reduzir a necessidade de obras físicas e permitir atualizações rápidas, a Plataforma TARS contribui para otimização de Capex e Opex, com maior previsibilidade na evolução da infraestrutura.



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