A NSFOCUS, empresa global de serviços de cibersegurança, acaba de publicar o balanço de 2025 referente à América Latina e, pelo segundo ano consecutivo, ultrapassou em 54% a meta estabelecida para o período, devido às soluções de proteção contra ataques de negação de serviço (DDoS) e à consolidação do portfólio de segurança para aplicações web (Web Application Firewall) em países vizinhos ao Brasil.
Entre estes países estão Chile, Colômbia e Peru como responsáveis pelos números positivos da empresa. “O setor de cibersegurança tem ganhado cada vez mais espaço de destaque nas discussões de C-Level, o que favorece também os investimentos destinados à área, já que a digitalização tem tornado as superfícies de ataque cada vez maiores”, ressalta Raphael Tedesco, diretor de novos negócios da NSFOCUS para América Latina.
A evolução dos ataques também possui grande influência sobre o crescimento dos negócios em toda a região. Os ataques volumétricos de escala Tbit/s deixaram de ser raridade técnica e já aparecem com frequência contra provedores, infraestruturas críticas e cloud, com picos na faixa de 5-7 Tbit/s. Já os multivetores são cada vez mais usados, com o objetivo de saturar múltiplos pontos de defesa ao mesmo tempo.
O mercado de DDoS-as-a-Service e Botnet-as-a-Service, aliado à IA - Inteligência Artificial, se expandiu para o mundo todo e tornou o ataque DDoS um “serviço” fácil e barato de contratar, com ataques multivetores sob demanda e botnets distribuídos globalmente. Porém, da mesma forma que os criminosos virtuais estão cada vez mais utilizando a IA como arma para orquestrar ofensivas adaptáveis em larga escala e em tempo real, a tecnologia já é desenvolvida há mais de cinco anos pela NSFOCUS e incorporada às soluções para torná-las ainda mais eficazes na detecção e resposta de ataques, reduzindo falsos positivos.
“A expectativa é que a nossa solução de NTI - Threat Intelligence Platform tenha um crescimento de 60% nas vendas este ano, pois além de usar a IA contra o cibercrime, ela foi construída sob uma das maiores bases de dados de telemetria de segurança do mundo, que enxerga 40% do tráfego global da Internet primeiro do que outros fornecedores de cibersegurança do mercado”, pontua Tedesco.
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