A Moura, fabricante nacional de baterias com quase 70 anos de atuação no mercado e sede em Belo Jardim, PE, destaca sua linha de baterias de lítio como uma solução eficiente e econômica para provedores de Internet. “Nossas baterias de lítio representam o que há de mais moderno em tecnologia para o segmento”, afirma Rodrigo Souza, consultor comercial da Moura.

Com especificações de 100 Ah e 48 V, a bateria é indicada para data centers e sites de telecomunicações (POPs) localizados em áreas remotas ou sujeitas a frequentes quedas de energia. Com capacidade de descarga de até 80%, possui uma vida útil superior a 6000 ciclos, o equivalente a cerca de 12 anos, sem considerar condições externas e de uso que possam alterar seu desempenho.

Com design otimizado, as baterias se encaixam em racks de 19 polegadas, eliminando a necessidade de estruturas adicionais e otimizando o espaço nos POPs. “Uma única bateria de 48 V ocupa menos espaço e garante a entrega de carga necessária. Esse diferencial é cada vez mais valorizado nos POPs”, acrescenta. A bateria é mais leve, pesando 34 kg, cerca de 20% a menos do que os modelos convencionais de chumbo-ácido, e reduz em até 70% os custos com transporte e instalação. Além disso, é possível conectar até 15 unidades em paralelo, alcançando uma capacidade total de armazenamento de 72 kWh.

“Nossas baterias de lítio possuem garantia de cinco anos, tornando-se uma opção rentável a longo prazo para os provedores”, destaca o consultor.

As baterias de lítio podem ser utilizadas em POPs para equipamentos de flutuação e sistemas fotovoltaicos off grid. Exemplos incluem POPs em áreas agrícolas ou montanhas, sem acesso à energia externa, ou aqueles que utilizam placas solares para recarga. “Nesses casos, as baterias se mostram como uma solução muito eficiente para alimentar o sistema fotovoltaico”, explica.

O investimento em baterias de lítio é compensado pelo longo tempo de vida útil. “As baterias possuem um sistema de comunicação integrado que envia informações operacionais em tempo real, eliminando a necessidade de intervenções frequentes. Isso torna a operação ao longo tempo de uso mais econômica”, conclui o consultor.



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