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O que já era tendência, em tempos de pandemia e isolamento social, tornou-se urgência: a modalidade detrabalho emhome office, que vai passar a ser uma realidade cada vez mais presente, exigindo conexões de alta performance.

“Esse trabalhador não atinge sua produtividade sem a conectividade”, aponta o diretor da América Latina da Dura-Line, Paulo Fogetti. “O lado mais problemático desse cenário é o crescimento desordenado das redes: excesso de cabos pendurados nos postes, paisagens poluídas, riscos à vida da população e urbanismo depredado”, observa.

A Dura-Line entendeu que, do ponto de vista da infraestrutura, havia um problema a ser resolvido e, por isso, trouxe, para implementação em território nacional, uma solução em reorganização das redes aéreas outdoor.

 

O Microduto em ação

Os microdutos da linha aérea “FuturePath Figura-8” e “FuturePath Aéreo”, da Dura-Line, foram implementados na infraestrutura das cidades para dar suporte, organização e proteção aos microcabos das redes de fibra óptica.

“Em microdutos, é possível abrigar um número de diferentes conjuntos de microcabos de forma independente e organizada, mesmo que sejam de operadoras diferentes”, detalha a engenheira especialista da Dura-Line, Evelyn Vieira. “Os dutos (e os cabos) têm dimensões reduzidas, que garantem o melhor aproveitamento do espaço, além de serem feitos de polietileno de alta durabilidade”, complementa.

Enquanto o modelo “FuturePath Aéreo” possui estrias externas para possibilitar a aplicação espinada, o “Figura-8” integra uma cordoalha superior à sua estrutura, responsável pela fixação no poste.

 

FuturePath Aéreo          |          FuturePath Figura-8

Mais compartilhamento

Essa reorganização, reforça Fogetti, transforma o individual em algo mais coletivo. “A infraestrutura descentralizada propõe que redes de diferentes origens compartilhem o mesmo agrupamento de microdutos, mas cada uma em sua via, de forma prática, robusta, segura e independente”, explica o diretor, salientando também a vantagem econômica da iniciativa. “Juntos, esses competidores vão baixar o custo da instalação”, diz.

Dentre os principais players que estão aderindo à inovação, destacam-se as grandes operadoras de telecomunicações, as empresas provedoras de internet (ISP), o segmento dos data centers e as operadoras neutras.

“Do ponto de vista conceitual, o Brasil é um ‘país-piloto’ no mundo em infraestruturas compartilhadas, e esse case vem despertando a atenção de países como Alemanha, Espanha, Itália e de outros países da América Latina”, afirma o diretor da Dura-Line.

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